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Se eu for até a lua

  o vício de me auto sabotar penso se eu for até a lua ela tira os gritos de dentro de mim? e as lágrimas? elas queimam como fogo a estrada pelo meu corpo fica marcada eternamente penso se eu for até a lua ela me ensina a respirar sem pegar todo o peso do mundo? e se eu for até a lua ela me dá o silêncio das estrelas e uma mente vazia? assistir o tempo passar sem me perder nas minhas próprias preocupações? amar a estadia sem me destruir com a incerteza do quando? penso viver deveria ser fácil se eu for até a lua alguém daqui vai lembrar de mim? - para acabar comigo, basta ter a mim mesma 

Tinta vermelho sangue

s angre comigo passam-se cinquenta anos e ainda me lembro de você o destino brinca com a gente entrelaça, embaraça afasta e aproxima mas nem tanto como estancar um sangramento que vaza por todos os lados não disfarça nem espera será que assim você terá tinta suficiente para escrever nossa história?  Helena Deprá